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Tchaikovsky, Guia para o estudo prático da harmonia · Português (Brasil)

Pyotr Ilyich Tchaikovsky · seção 11 de 36

Capítulo IX. As inversões das tríades diminutas e aumentadas

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Tradução automática da leitura em inglês. Rascunho; ainda sem revisão por um falante nativo.

na harmonia e, diferentemente das inversões de outras tríades, é ainda mais usada que seu estado fundamental. Isso porque o acorde de sexta da tríade diminuta é, na realidade, consonante: suas vozes superiores formam respectivamente uma terça e uma sexta com o baixo. O estado fundamental dessa tríade, por outro lado, contém uma quinta diminuta e pertence aos acordes dissonantes. A segunda inversão soa extremamente áspera e quase nunca é usada, exceto na escrita a três partes.

§ 27. Ao ligar o acorde de sexta da tríade diminuta a outras tríades da tonalidade, devem-se distinguir dois casos:

1) Quando precede a tríade de tônica.

2) Quando precede outra tríade da escala.

No primeiro caso, a fundamental da tríade também é sensível e deve subir, razão pela qual não pode ser dobrada. O melhor som a dobrar seria a quinta, embora ocasionalmente se dobre a terça.

Example 68
Fig. 71 · Reproduzir este exemplo no leitor ▶

Como a sensível deve sempre resolver na tônica, a quinta da tríade diminuta não deve subir quando está acima da fundamental, pois necessariamente surgiriam progressões proibidas.

Example 69
Fig. 72 · Reproduzir este exemplo no leitor ▶

Por essa razão, devemos sempre evitar nesse acorde de sexta uma posição em que duas quintas apareçam acima da fundamental:

Example 70
Fig. 73 · Reproduzir este exemplo no leitor ▶
Example 71
Fig. 74 · Reproduzir este exemplo no leitor ▶

No segundo caso, dobra-se sobretudo a fundamental, como nos outros acordes de sexta, pois ela já não é sensível.

Example 72
Fig. 75 · Reproduzir este exemplo no leitor ▶

O uso do acorde de sexta da tríade diminuta sobre o segundo grau, no menor, está sujeito às regras gerais.

Example 73
Fig. 76 · Reproduzir este exemplo no leitor ▶

§ 28. As inversões da tríade aumentada sobre o grau 3º no menor apresentam tantas dificuldades de ligação com outras tríades, mesmo relacionadas, que por enquanto devemos evitar seu uso; ainda mais porque voltaremos a esse acorde depois, tratando-o como harmonia incidental ou de passagem da escala maior.

Example 74
Fig. 77 · Reproduzir este exemplo no leitor ▶

Nota. Os sinais dos três últimos exercícios são aplicados conforme as regras da divisão b da nota ao § 21.

Harmonias dissonantes. Acordes de sétima e de nona.

Todos os acordes de quatro ou cinco sons são dissonantes, pois sua fundamental forma uma sétima ou nona com o som mais agudo. Não são harmonias independentes, mas encontram apoio e justificativa no acorde seguinte. A condução de um acorde dissonante para um consonante chama-se resolução. Todo acorde de sétima deve resolver numa tríade.