Tradução automática da leitura em inglês. Rascunho; ainda sem revisão por um falante nativo.
§ 60. Quando aparecem numa melodia notas com alterações estranhas à tonalidade, inferimos que nesses pontos ela modula para outra tonalidade. Qual será ela depende de diversas circunstâncias. Se considerarmos a nota alterada como um intervalo do acorde de sétima de dominante ou de outro acorde modulante, devemos escolher um acorde cuja resolução adequada seja permitida pela nota seguinte da melodia. A escolha também depende da distância em relação à tonalidade principal.
Em meros fragmentos musicais, como os exercícios deste manual, devem-se evitar modulações a tonalidades remotas.
A tendência da própria melodia também determina, em parte, a escolha da modulação. Se, por exemplo, numa melodia em Dó maior encontrarmos dó sustenido seguido de ré, para que tonalidade será melhor modular? Dó sustenido antes de ré permite escolher entre três modulações: Ré maior, ré menor e si menor.
A segunda dessas tonalidades é a mais próxima, pois a tríade de ré menor ocorre em Dó maior. Ainda assim, podemos escolher qualquer uma das outras duas, desde que a tendência posterior da melodia justifique sua aplicação.
No primeiro caso teríamos de modular para ré menor; no segundo, para Ré maior; no terceiro, para si menor.
Quando a melodia não sugere determinada tonalidade, devemos seguir nosso instinto musical. No exemplo seguinte, modular para Sol é tão adequado quanto para Mi, pois ambas estão igualmente distantes da tonalidade dada.
*) Semibreves na melodia não exigem notas igualmente longas nas outras vozes. As semínimas da melodia acima indicam que a mesma divisão temporal seria adequada nos dois primeiros compassos e que a nota prolongada no soprano deve ser vista apenas como som comum a vários acordes.