Tradução automática da leitura em inglês. Rascunho; ainda sem revisão por um falante nativo.
acordes de sétima podem resolver na tríade ou acorde de 7ª exigidos, como veremos em breve. Examinemos primeiro separadamente os acordes de sétima construídos sobre os diversos graus da escala menor.
I. O acorde de sétima do grau 1º não serve ao nosso propósito, pois na resolução a sétima desceria um tom e meio, contrariando inteiramente o verdadeiro objetivo da resolução. Pois somente a progressão melódica descendente da dissonância a uma consonância apazigua nossa sensibilidade musical, perturbada por essa dissonância.
II. O acorde de sétima do grau 2º resolve regularmente na tríade de dominante e é muito usado.
II. O acorde de sétima do grau 3º é duplamente dissonante, pois contém, além da sétima, uma tríade aumentada. Ainda assim é usado, conduzindo-se sua quinta aumentada, sem exceção, um semitom acima.
IV. O acorde de sétima do grau 4º costuma resolver no acorde de sétima diminuta, e não na tríade, primeiro para que a terça não dê o passo de segunda aumentada e, segundo, para evitar, quando a terça resolve para baixo, dobrar a fundamental, também sensível, da tríade aumentada. 141. Resolução na tríade — Resolução no acorde de sétima. —H- G
Resolução na tríade — Resolução no acorde de sétima.
VI. O acorde de sétima do grau 7º não é usado como acorde de sequência, pois sua resolução nas harmonias do grau 3º apresenta muitas dificuldades.
Concluímos que uma sequência completa no menor não é praticável. Só podemos construir fragmentos, com os acordes dos graus 6º, 2º e 5º, ou com os dos graus 4º e 7º.